Computação nas nuvens (Cloud Computing) é um termo que você ainda vai ouvir muito por aí. Principalmente se depender do Google.

Quem trabalhava com computadores lá pelas décadas de 60, 70 e 80 já conhece o termo. Em aulas de informática, às vezes aprendemos história da informática, então temos uma noção. Terminal burro é algo assim: o usuário tem uma máquina que é praticamente só monitor, teclado e mouse (processamento e memória, se tiver, com valores irrisórios) enquanto a aplicação roda em um servidor.

Pra mim, e pra muita gente, isso era coisa do passado. Da época onde era mais barato comprar um mainframe do que centenas de estações de trabalho. Mas parece que na verdade é o futuro, e o Google (e muitas outras empresas) estão apostando seriamente nessa onda de computação nas nuvens.

O Google está apostando nisso, e muitas outras empresas menores também. A idéia é que todas as aplicações fiquem na Internet, e você não tenha que instalar nada no seu micro. A Google tem vários serviços assim: Google Docs e Google Reader por exemplo. Recentemente até a Adobe lançou uma versão online do Adobe Photoshop.

Para quem está acostumado a ter computadores bons, com processamento e memória acima da média, isso é uma merda. Mas para as camadas mais pobres da população, que comprar aqueles micros de mil reais no Wal-Mart, isso é ótimo. E essa tendência já está ajudando a diminuir os preços dos PCs já há algum tempo.

Assista uma matéria que a Globo fez sobre isso (em Mountain View, sede do Google) sobre computação nas nuvens.

Pode até ser uma boa idéia, mas com a conexão cara e instável que ainda temos no Brasil, ainda é utopia.

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