Hoje foi meu aniversário de namoro, 3 anos com dona Ivi. O que me fez matutar um pouco. Uma coisa que eu penso e não abro mão é: “o que importa não é onde ir, nem o que fazer, o importante mesmo é a companhia”.

Porque digo isso?

Vou exemplificar: fiz aniversário de 3 anos de namoro com a Ivi (te amo, bê o/ ) domingo, dia 20 de Abril. Dia chuvoso, chato, com a rinite atacada que parecia que o único remédio seria amputar o nariz. Ela veio aqui em casa, e passamos pouquissimo tempo juntos. Nós dois e o nosso filhinho.

Segunda, dia 21, decidimos passear. Iríamos em uma pizzaria, e o Dudu, nosso filhinho ficaria com minha sogra. A Ivi demorou a se arrumar, como toda mulher. Quando veio a triste decepção. A mãe dela iria sair às 19 horas. Detalhe: eram 17:45. Aí você imagina, o aniversário de namoro já foi pro brejo, né? Errado :)

Saímos correndo. Pegamos um ônibus para acelerar o processo. Um trajeto que demoraria menos de dez minutos a pé Ô_ô.

Chegamos lá: pizzaria fechada. Maravilha de aniversário de namoro né?

Mas nem tudo estava perdido. Do lado tinha um restaurante de comida chinesa (restaurante em termos, uma garagem adaptada). E paramos lá para comer um Yakissoba.

Passeio ruim? Aniversário de namoro perdido? Nem de longe.

Passamos um tempo ótimo. Conversamos e ficamos juntinhos como há muito tempo não ficávamos. Valeu muito a pena. E valeu para ficarmos muitíssimo bem, obrigado, depois de tanto tempo brigando. A melhor coisa para se fazer num aniversário de namoro: ficar junto e bem.

Motel, balada, jantarzinho romântico “chique no úrtimo” com uma companhia meia-boca? Não obrigado. Sou muito mais um cachorro quente na praça com a melhor mulher do mundo.

Te amo.

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