Ontem estava olhando meu (abarrotado) feed reader e li, seguidos (e por acaso) dois posts que me fizeram ir da Terra ao Inferno e do Inferno a algum lugar sensato em poucos minutos.

Primeiro foi esse aqui. No fim da Várzea.

O J. Noronha fez um experimento com um programa que serve para ver o comportamento dos usuários do blog dele, e qual foi a dramática conclusão? Exceto uma minoria, ninguém lê. A conclusão escrita por ele próprio: “- Eles só lêem os títulos e tentam clicar em tudo que aparece no texto, na esperança de encontrar o que procuram.”

Triste não? Todo esse trabalho para escrever um texto decente. Pensando na cara de satisfação do internauta (quantos anos não ouço essa palavra) lendo suas humildes linhas, que foram escritas com tanto amor e carinho…. e a anta só lê o título e fica pensando “onde diabos está o que eu procuro???”

Teoricamente um blog seria para você criar conteúdo, disponibilizá-lo, ou encontrar conteúdo interessante pela vastidão internetesca e divulgá-lo para seus leitores. Mas não. Ninguém está interessado no seu conteúdo. Lêem o título, e se, por acaso, ocasionalmente, talvez, possa ser, que seja o que o sujeito está procurando, ele lê…. o primeiro parágrafo….

Mas calma… quando já estava desistindo do blog, entrei no Quero Ter um Blog e encontrei essa postagem aqui. Falando sobre satisfação.

Porque eu posto? Porque eu quero, porque eu gosto, porque é bom PRA MIM. Se vão gostar? Não sei. Vão ler? Whatever. Vão ler TUDO??? FODA-SE, não ligo.

Pronto. Está aqui meu desabafo.

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Só uma explicação ao termo merengue (que eu uso ao invés das já manjadas salsinhas).
Meu sobrenome é MARENGO. Mas, as antas de telemarketing, bancos, agências de emprego e o caralho a quatro, vivem confundindo meu nome (apesar de na maioria das vezes lerem em formulários IMPRESSOS ou não tela do computador, quer dizer, não dá nem pra culpa a letra) e dizerem: MORENGO, MORANGO, MARANGO, e uma infinidade de outros nomes, mas claro que sempre tem aquele pior… é quando a(o) infeliz me chama de MERENGUE. Pra mim esse é o clímax da estúpidez.

Mais um desabafo.

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