Iniciando a mais nova coluninhaaaa
***enjoy baby***
Vamos dar uma boa iniciada à coluna “Per l’amor” do gerador com um assunto não tão maaaaasculo para nosso querido Doido Willy, mas dá margem para pensarmos um pouco sobre moda.. ssiimm moda aquiiiii
Então vamos lá galerinha, sem querer criticar mas já criticando, estou exaaaausta de ver uma penca de biscatrancer´s e bombatrancer´s (logo mais o glossário) se achando o último gole de Coca-Cola do universo, dizendo que vão fritaaaaarrr no rebolation na próxima Tribe e que a vibe do momento é o Psytrance… tá, concordo que psy é até legalzinho, que virar 3 dias numa rave é bom (quando não fazemos isso pra impressionar nossos amiguinhos e passamos os três dias a base de drogas pq somos fracos e não aguentamos um dia sequer sem nada) mas porqueeee o mundo inteiro precisa saber que vc foi na maldita rave e ficou fritaaaaaando naquela vibe??? O que isso pode acrescentar a qualquer ser humano racional?? Alias, porque as pessoas se importam tanto em expor suas vidas assim?? Estão indo a rave e se drogando só pra mostrar pros outros “oh, tá vendo, eu sou phoda”, será que não podem gostar disso quietos em seus cantos???
Vou contar uma novidade, raves e psytrance não existe há 3 meses não, Tribe, Xxxperience e Psymind são TRÊS das inumeras raves que existem no mundo. As raves começaram no subúrbio inglês na década de 80, eram festas para 20, 30 pessoas com tímidos dj´s, ao longo dos anos os adeptos ao “movimento eletrônico” foram crescendo as escondidas, com medo da repressão dos punks, skin heads e da sociedade em geral, mas a coisa era tão boa que não tardou muito até estourar o movimento Clubber na Inglaterra, mais adiante Europa em peso e Estados Unidos. A música eletrônica ganhou força e “soldados” até atingir o mundo inteiro, no início era o techno variando pro Drum and bass, Trance… OPAAA chegamos onde eu queria, psytrance é só uma vertente daquele trance beeem antiguinho e as raves só tomaram proporções astronômicas… Agora me digam, pra vc “ser aceito” entre os adolescentes de hoje em dia tem que curtir uma bala na rave deixando o psy tomar conta de você, certo?? Mas alguém aí lembra daquele belo grito de guerra dos punks “UBC, UBC, corre senão os punks pegam vc” e de como os Clubbers e a música eletrônica eram odiados, motivos de piadas??? Pois é, esses “Trancers” de hoje em dia são aqueles mesmos que diziam “tá, esse barulho é música?” ou “credo, de que esgoto vc saiu”.. Os Clubbers não se estinguiram e ainda sofrem preconceito por parte dos “Trancers”..
Às vezes é bom pensarmos antes de ridicularizarmos alguém ou alguma coisa, o futuro é incerto e nós estaremos nele, seja criando algo, seja imitando e dando uma de criador..
Parla Ivi, parla!!!
Glossário
biscatrancer´s: aquelas meninas que usam bota plataforma barata (produzidas 5.000 de cada modelo), saia que se repararmos bem dá pra ver até o útero delas e um mini top que talvez tampe os mamilos
bombatrancer´s: da mesma espécie das biscas, aqueles que enchem o c* de bomba, põe uma regata da irmã d 10 anos e uma calça da de 15 e saem “a caça” com o carro do papai, afinal toda bisca tem um fraco por carros
fritar: juro que ainda não entendi
rebolation: um “passinho” ridículo típico dessa espécie
vibe: energia gerada pela multidão de Trancers
clubber: frequentadores de clubs que gostam de música eletrônica
UBC: união bate em clubber
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